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Entrevista exclusiva com Marcos Pasquim – Revista AMAIS

Marcos Pasquim

Confira a entrevista exclusiva com o ator Marcos Pasquim na edição de janeiro/19 da Revista AMAIS!

AMAIS: Marcos, acho que nem todos nossos leitores sabem que você começou sua carreira cantando num grupo chamado “Explosão”, uma boy band dos anos 80. Nos conte: como isso começou? E qual seu vínculo com a música hoje em dia? É essencial para você?

PASQUIM: Eu gostava muito de dançar e tal… Um dos participantes desse grupo faleceu, e aí o chefe desse grupo me viu e perguntou se eu não queria participar. Eu disse ‘não estou trabalhando, não estou fazendo nada, então vamos lá’. Fiquei apenas um ano na banda, mas foi super especial. Eu fiz jazz, balé, fazia tudo com eles, e a inspiração era totalmente no Menudos.

 

AMAIS: Você está no imaginário de muitas pessoas graças aos personagens inesquecíveis nas novelas da Globo, como Esteban de Kubanacan. Diante de tantos papéis já vividos, consegue nos dizer qual te marcou mais?

PASQUIM: Nossos personagens são como filhos, e como bom pai, não consigo escolher um preferido (risos). Sou apaixonado por cada um e todos sem a sua devida importância na minha vida e no meu amadurecimento pessoal e profissional.

 

AMAIS: Você é ativo no Twitter, uma rede social que é bem prática no sentido de estar junto com os seus fãs. Inclusive no dia que você entrou no Twitter, ficou conhecido como “Marcos Pasquim Day”. Como você encara essa aproximação com o público? As redes sociais são importantes para você?

PASQUIM: O que eu acho interessante das redes sociais é a voz abrangente que ela te dá. Você ter a sua rede social para explicar alguma mentira sobre você que tenha saído é sensacional. Isso que eu gosto na rede social. Para fazer campanhas publicitárias também. A gente que trabalha com a nossa imagem. É ótimo poder usar as redes sociais para isso.
AMAIS: O que podemos esperar do futuro de Marino, seu personagem na novela “O Tempo Não Para”?

PASQUIM: O Marino é um personagem que traz muita calma na sua essência. Acredito que no futuro venham novidades positivas para ele, sempre mantendo essa essência. Eu acho demais esse personagem. Estou adorando fazer ele, porque eu gosto muito do mote desta novela, de falar sobre o tempo, das famílias congeladas, das pessoas que vêm do século passado para cá. Eu acho fantástico isso. É uma novela que você pode abordar qualquer assunto. E alguns personagens têm os mesmos valores, os mesmos princípios que a galera que foi congelada. Acho isso interessante poder mostrar que ele é um cara cheio de valores e princípios na novela.

 

AMAIS: Marcos, você é um símbolo sexual desde sempre. Com isso, nos conte: Você é vaidoso?

PASQUIM: Eu não me considero um símbolo sexual, quem fala e diz isso são as pessoas, eu não vejo nada disso (risos).

 

AMAIS: Vimos que você é apaixonado por motos. Já fez alguma viagem inesquecível? Nos conte sobre sua moto!

PASQUIM: Desde os 9 anos de idade. Meu pai me ensinou a andar de moto aos 9 anos e depois daquilo, eu nunca mais deixei de andar. Quando eu me mudei de São Paulo para o Rio de Janeiro, eu vim de moto, quando eu tinha 22 anos. Essa moto foi roubada, depois eu achei e ela quebrou. Aí, eu fiquei uns dois, três anos sem moto. Eu vi a falta que a moto faz na minha vida. Hoje em dia, eu uso a moto mais para academia, se eu tiver que ir em um local que é ruim de estacionar. Eu não viajo com ela, por exemplo. Adoraria fazer, mas não faço.

Rapidinhas:

Praia ou campo? Campo.

Com camisa ou sem camisa? Com (risos).

Três filmes que marcaram? Viagem ao centro da terra e a insustentável leveza do ser.

Música do momento? Sempre MPB, jazz ou blues.

Um cheiro? Gosto de cheiro de alegria!

Perguntas por Hannalee Motta

 

Hannalee Motta

hanna@optimus360.com

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